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Boletim técnico da Produção de Petróleo

Publicação:DEZ /2011

Volume:6

Número:2

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Expediente, Editorial e Sumário

É com muito prazer que entregamos mais um volume do Boletim técnico da Produção de Petróleo - BPP. Neste número estamos trazendo artigos das mais diferentes áreas da produção de petróleo e gás, muitos deles apresentados em seminários internos e referendados pela comunidade técnica da Petrobras.


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Injeção intermitente de vapor

Este trabalho apresenta a metodologia de injeção intermitente de vapor em um campo de óleo pesado da Bacia Potiguar Emersa, além de características dos reservatórios submetidos a esta técnica. As formações Pendência, Alagamar e Açu constituem as principais unidades produtoras de petróleo na Bacia Potiguar, destacando-se esta última como a mais importante. A produção de hidrocarbonetos deve-se em grande parte aos reservatórios siliciclásticos encontrados na Formação Açu. Parte do petróleo alojado nessa formação é pesado e viscoso, e sua produção depende da injeção cíclica e/ou contínua de vapor. Para melhor compreensão das características da injeção de vapor, foi elaborado um modelo geológico tridimensional de reservatório do campo. Na modelagem geoestatística foram incorporadas as eletrofácies, a porosidade e permeabilidade dos poços, bem como a proporção de fácies e a continuidade espacial das variáveis descritas pelos modelos variográficos. Dados experimentais e informações geológicas foram adicionados ao modelo. A simulação realizada com um software comercial demonstrou os benefícios da injeção de vapor de forma intermitente e a necessidade de otimização do processo devido ao elevado custo da geração de vapor. Os resultados obtidos da simulação sugerem que o método testado é mais eficiente quando o período de injeção é mais longo, pois isto promove maior pressurização e aquecimento do reservatório.


Autores: Bartolomeu Augusto Paiva Junior, José Batista Siqueira, Abel Gomes de Lins, Yoe Alain Reyes Perez

Palavras-chave

injeção de vapor, injeção intermitente, reservatório, óleo pesado

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Aplicação de procedimento para promover o reforço de parede de poço durante a construção de poços de petróleo na Bacia do Recôncavo Baiano

Em um período de alta atividade da indústria do petróleo na Bacia do Recôncavo Baiano, a construção de poços mostrava altos índices de tempo não produtivo (TNP), impactando excessivamente o custo de perfuração. Em determinado campo desta bacia, uma parte significativa do TNP atribuído a “Poço” estava relacionado à instabilidade da parede do poço (desmoronamento e perda de fluido de perfuração). Aproveitando uma campanha de perfuração de poços a partir de uma mesma locação, este trabalho busca mostrar o sucesso da adoção de procedimento simples que visou promover o reforço mecânico da parede de poço. Esta estratégia foi baseada nas teorias e procedimentos de reforçar a parede do poço (wellbore strengthening). O procedimento adotado foi o deslocamento preventivo de pequenos volumes (tampões) de fluido de perfuração contendo alta concentração de uma mistura de materiais de combate à perda de circulação durante a perfuração do trecho frágil. Com este tratamento foi possível obter um diâmetro de poço mais uniforme, com redução da perda de fluido de perfuração para as formações atravessadas e redução de TNP relacionado a “Poço”. Assim, também foi possível reduzir os riscos e custos associados à construção do poço.


Autores: Helder Soares Bittencourt Santos, Eduardo Abdon Sarquis Filho

Palavras-chave

wellbore strengthening, parede de poço, tampão de perda, estabilidade de poço, stress cage, screen-out, Bacia do Recôncavo, fluido de perfuração

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AUV para inspeção de dutos submarinos – estado da arte e aplicabilidade na Petrobras

O autonomous underwater vehicle (AUV) é um veículo submarino autônomo sem umbilical para comunicação física com a superfície, o que lhe proporciona relativa independência das embarcações de apoio. Sua tecnologia já é amplamente utilizada para realização de levantamentos geodésicos e geológicos (survey), atividades militares para o reconhecimento de minas submarinas e levantamentos oceanográficos. Estas atividades utilizam basicamente sensores geodésicos e sonares para reconhecimento de obstáculos. Recentemente, a indústria offshore vem identificando as vantagens destes veículos frente aos remotely operated vehicles (ROVs), com consequente adaptação de sua tecnologia para inspeção externa de dutos submarinos. Como exemplos destas vantagens, temos a execução de serviços em tempo consideravelmente menor e embarcações para lançamento e operação muito mais simples.


Autores: Joel Vieira dos Santos Junior, Eduardo Wulff Hirano, Robson Vieira Marnet

Palavras-chave

AUV, inspeção externa de dutos, vantagens, dados geodésicos, aplicabilidade

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Parafuso superelástico de liga com memória de forma para aumentar a confiabilidade em juntas flangeadas usadas na produção e transporte de óleo e gás

Especialistas industriais em inovação de produtos estão sempre desenvolvendo propostas e soluções mais eficazes e adequadas às necessidades do setor de petróleo e gás, gerando tecnologias mais avançadas que aumentam a confiabilidade dos sistemas usados nesta área. Nesse contexto, os materiais avançados são amplamente estudados a fim de se obterem sistemas mais confiáveis durante a extração e transporte de petróleo, seus derivados e gás natural, evitando-se transtornos, como, por exemplo, vazamentos ou manutenções constantes em dutos. Neste trabalho foi desenvolvido um parafuso superelástico de liga com memória de forma (LMF) com o objetivo de aumentar a confiabilidade em juntas flangeadas de sistemas de extração e transporte de petróleo, seus derivados e gás natural. O fenômeno de superelasticidade apresentado por LMF permite a recuperação total ou parcial de grandes deformações, situadas entre 4% e 8% em modo de tração uniaxial.


Autores: Luiz Fernando Alves Rodrigues, Gabriel Dias Travassos, Carlos José de Araújo

Palavras-chave

Superelasticidade, ligas com memória de forma, parafusos superelásticos

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Instalações e reparos estruturais através de soldagem subaquática molhada – aplicações e desenvolvimento

Durante a longa permanência em operação nos sistemas de produção, as unidades flutuantes sofrem danos estruturais, mais comumente causados pelo abalroamento de embarcações, pela aceleração do processo de fadiga ou por corrosão. Em função dos altos custos envolvidos na retirada de operação para a execução dos reparos na parte submersa, a soldagem subaquática molhada tem se mostrado uma técnica eficiente, não somente na recuperação da integridade estrutural, mas também em alguns tipos de instalação. Apesar das limitações impostas a esta técnica pela resistência dos materiais e pela profundidade, os aços empregados nessas unidades, geralmente com baixo teor de carbono equivalente, associados ao reduzido calado de operação, proporcionaram, até o momento, a disponibilização de dois procedimentos qualificados para a soldagem molhada até 23m.


Autores: Mauro Gonçalves Marinho, Ricardo Reppold Marinho

Palavras-chave

soldagem molhada, reparo submerso, eletrodo oxi-rutílico

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Metodologia de locação de manifolds submarinos através da aplicação de curvas isoprecimétricas no cenário do pré-sal

Este trabalho apresenta a metodologia para locação de manifolds submarinos baseada na minimização do custo das linhas submarinas através da aplicação de curvas isoprecimétricas. Estas curvas são linhas imaginárias desenhadas no arranjo submarino, que possuem o mesmo custo de interligação submarina, num conceito semelhante ao das curvas isobatimétricas. O objetivo desta metodologia é obter a melhor localização do manifold no arranjo submarino, segundo um critério objetivo. A locação dos manifolds normalmente é feita segundo a experiência subjetiva do projetista, buscando reduzir o comprimento total das linhas. Como os bundles que ligam os poços ao manifold e manifold à Unidade Estacionária de Produção (UEP) são formados por linhas com custos diferentes, o menor comprimento total de linhas não necessariamente levará à solução com menor custo, pois as linhas que interligam o manifold à plataforma têm custo superior ao das linhas do poço ao manifold.


Autores: Pedro Luís Andrighetto, Marco Arcifa

Palavras-chave

sistemas submarinos, manifolds submarinos, arranjo submarino

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Desafios enfrentados no projeto das configurações SLWR para a área do pré-sal

Com as recentes descobertas de petróleo no pré-sal, novas áreas da costa brasileira passaram a ter destaque em sua exploração, especialmente a Bacia de Santos. Nesta nova área, além dos desafios enfrentados na perfuração de poços em rochas salinas, novos desafios também se evidenciam na implantação dos sistemas submarinos de produção, como as condições ambientais que são mais severas que as da Bacia de Campos, as lâminas d’água na ordem de 2.200m e o alto teor de CO2 nas linhas de coleta. Nesta nova fronteira de produção, tem sido dada prioridade ao emprego de UEPs com armazenamento, como é o caso dos navios VLCCs.


Autores: Stael Ferreira Senra, Marcio Martins Mourelle, Edmundo Queiroz de Andrade Senra, Ana Lúcia Fernandes Lima Torres

Palavras-chave

riser de aço, configuração lazy-wave, movimentos da UEP, isolamento térmico, tubos cladeados e com liner

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