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Boletim de Geociências da Petrobras

Publicação:MAR /1994

Volume:8

Número:1

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Apresentação e Sumário

A publicação oficial conjunta das cartas estratigráficas das bacias sedimentares brasileiras pretende resgatar uma dívida antiga da PETROBRAS para com a comunidade geológica. Interpretações estratigráficas baseadas quase que inteiramente em dados de subsuperfície, e portanto exclusivos da PETROBRAS, são pela primeira vez estampadas de forma integrada, abrangente e harmônica.


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Introdução

Ao longo de quatro décadas de atuação ininterrupta, a PETROBRÁS acumulou um acervo considerável de dados acerca das bacias sedimentares brasileiras. A prospecção de petróleo se deu em um total de 29 bacias, exploradas com diferentes graus de intensidade.


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Bacia do Acre

A litoestratigrafia da Bacia do Acre resulta originalmente de diversos mapeamentos de superfície realizados nas décadas de 30 a 50, mas beneficiou-se de apreciável acréscimo de dados com a perfuração de dez poços pela Petrobrás, de 1959 a 1983. Com estas informações, foi possível caracterizar unidades escassamente aflorantes, ou mesmo ocorrentes apenas em subsuperfície. Entretanto, estas formações, distribuem-se praticamente por toda a bacia, conforme atestam os poços perfurados e uma malha sísmica de reconhecimento, com 14.000km registrados. Na Bacia do Acre, estão presentes rochas sedimentares neopaleozoicas, mesozoicas, e cenozoicas (fig. 2.1). Nesta revisão, busca-se integrar dados e interpretações provenientes em sua maioria de trabalhos internos da Petrobrás (Silva, 1983; Barros e Carneiro, 1990)


Autores: Flávio J. Feijó, Roberto G. de Souza

Palavras-chave

Bacia do Acre, formação, carta estratigráfica

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Bacia do Solimões

As grandes áreas sedimentares paleozoicas situadas na Região Norte do Brasil receberam inicialmente a denominação genérica de Bacia do Amazonas. Por razões operacionais, foram divididas em três bacias, denominadas Alto, Médio e Baixo Amazonas, separadas pelo Arco de Purus e pelo Alto de Monte Alegre, respectivamente. Caputo (1984) sugeriu a designação de Bacia do Solimões em substituição a Alto Amazonas, em face da evolução geológica diferenciada em relação às bacias do Médio e Baixo Amazonas, hoje referidas simplesmente como Bacia do Amazonas.


Autores: Jaime F. Eiras, Carlos R. Becker, Edson M. Souza, Flávio G. Gonzaga, José G. F. da Silva, Luísa M. F. Daniel, Nilo S. Matsuda, Flávio J. Feijó

Palavras-chave

Bacia do Solimões, formação, carta estratigráfica

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Bacia do Amazonas

A Bacia do Amazonas é uma bacia intracratônica com cerca de 500.000km², abrangendo parte dos estados do Amazonas e Pará, limitada ao norte pelo Escudo das Guianas e ao sul pelo Escudo Brasileiro. Na atual concepção, reúne as anteriormente chamadas bacias do Médio e Baixo Amazonas (Caputo, 1984). Está limitada a oeste com a Bacia do Solimões pelo Arco de Purus, ao passo que o Arco de Gurupá constitui seu limite leste. Duas sequências de primeira ordem podem ser reconhecidas nos 5.000m de preenchimento sedimentar da Bacia do Amazonas: paleozoica, intrudida por diques e soleiras de diabásio, e uma mesozoico-cenozóica (fig. 4.1).


Autores: Paulo R. C. Cunha, Flávio G. Gonzaga, Luiz F. C. Coutinho, Flávio J. Feijó

Palavras-chave

Bacia do Amazonas, formação, carta estratigráfica

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Bacia do Parnaíba

A Bacia do Parnaíba, antes denominada Bacia do Maranhão, situa-se na região nordeste ocidental do território brasileiro. Ocupa uma área de cerca de 600.000 km², abrangendo parte dos estados do Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará, Ceará e Bahia. O conhecimento estratigráfico dessa bacia provém do estudo de seus excelentes afloramentos, traduzido em vários trabalhos publicados a partir do início do século, assim como dos estudos de subsuperfície, resultantes principalmente da atuação da Petrobrás, que perfurou 36 poços para pesquisa de petróleo e registrou quase 8.000km de linhas sísmicas de reflexão.


Autores: Ádison M. O. Góes, Flávio J. Feijó

Palavras-chave

Bacia do Parnaíba, formação, carta estratigráfica

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Bacia do Paraná

No Brasil, poucos temas no campo das geociências têm sido tão discutidos quanto a estratigrafia da Bacia do Paraná. Desde a coluna estabelecida por White em 1908, passando por trabalhos no âmbito da Petrobras (Sanford e Lange, 1960; Northfleet et al. 1969; Schneider et al. 1974; Zálan et al. 1986), da Paulipetro (Fúlfaro, et al. 1980) e de pesquisas em diversas universidades, com enfoques variados, a visualização do relacionamento espaço-temporal das rochas sedimentares que preenchem esta sinéclise já produziu algumas dezenas de colunas formais, cada uma incorporando, a seu tempo, pontos que os respectivos autores julgavam como contribuições ao entendimento da Bacia do Paraná.


Autores: Edson J. Milani, Almério B. França, Rubem L. Schneider

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Bacia do Paraná, formação, carta estratigráfica

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Bacia do Tacutu

A Bacia sedimentar mesozoica do Tacutu, também conhecida na Guiana como North Savannas Rift Valley, desenvolveu-se como um rift intracontinental na parte central do Cráton do Escudo das Guianas, na fronteira entre o Estado brasileiro de Roraima e o Distrito guianense de Rupununi. Apresenta-se alongada na direção nordeste, com cerca de 300km de comprimento de 30 a 50km de largura. O pacote sedimentar e vulcânico nela preservado ultrapassa localmente os 7.000m de espessura.


Autores: Jaime F. Eiras, Eliseu M. Kinoshita, Flávio J. Feijó

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Bacia do Tacutu, formação, carta estratigráfica

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Bacia da Foz do Amazonas

A Bacia da Foz do Amazonas ocupa 268.000km² no extremo oeste da margem equatorial brasileira, entre os meridianos 51 e 47 oeste, e foi alvo de diversos trabalhos no âmbito da Petrobras, buscando integrar e interpretar os resultados da perfuração de 61 poços e do registro de 63.000km de seções sísmicas de reflexão. Os primeiros estudos conduziram ao arcabouço estratigráfico preliminar da bacia (Schaller, 1971), que em suas linhas mestras ainda vigora.


Autores: José A. S. L. Brandão, Flávio J. Feijó

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Bacia da Foz do Amazonas, formação, carta estratigráfica

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Bacia do Pará-Maranhão

A Bacia do Pará-Maranhão situa-se na margem equatorial brasileira, alcançando 48.000km² entre os meridianos 47 e 44 oeste. Sendo inteiramente submersa, nesta bacia só se pode contar com dados de subsuperfície, que somam 29 poços e 45.500km de seções sísmicas. Eles permitiram o reconhecimento de três grupos (fig. 9.1), que pela similaridade litológica e estratigráfica recebem as mesmas denominações da vizinha Bacia de Barreirinhas, onde a coluna coluna estratigráfica adotada é a definida por Pamplona (1969), com as modificações introduzidas por Figueiredo et al. (1982). Cainelli et al. (1986), com as modificações introduzidas por Figueiredo et al. (1982). Cainelli et al. (1986) sintetizaram O conteúdo da cada grupo nos poços perfurados na Bacia do Pará-Maranhão, e Brandão (1990) procedeu a uma completa análise integrada com a vizinha Bacia da Foz do Amazonas.


Autores: José A. S. L. Brandão, Flávio J. Feijó

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Bacia do Pará-Maranhão, formação, carta estratigráfica

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Bacia de Barreirinhas

A Bacia de Barreirinhas situa-se na margem equatorial brasileira, entre os meridianos 44 e 42 oeste (fig. 1.1). Seu limite leste é no Alto de Tutóia, com a Bacia do Ceará, e prolonga-se para oeste na Bacia do Pará Maranhão. O conhecimento geológico da seção meso-cenozóica da Bacia de Barreirinhas advém essencialmente de dados de subsuperfície, como 121 poços (97 em terra) e 46.000km de seções sísmicas. As rochas sedimentares e ígneas pré-aptianas subjacentes ao flanco sudeste da bacia afloram na vizinha Bacia do Parnaíba, onde foram definidas.


Autores: Flávio J. Feijó

Palavras-chave

Bacia de Barreirinhas, formação, carta estratigráfica

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Bacias de Bragança-Viseu, São Luís e Graben de Ilha Nova

Estas bacias situam-se no litoral nordeste do Estado do Pará e noroeste do Maranhão, entre os meridianos 43 e 47 oeste (fig. 1.1). Compõem um complexo de fossas tectônicas de direção noroeste a leste-oeste, desenvolvidas principalmente durante a Albo-aptiano. Estão encaixadas a norte pela Plataforma de Ilha de Santana, e a sul pela Faixa Móvel do Gurupi, Arco Ferrer e Plataforma de Sobradinho. A separação entre os segmentos da bacia é feira pelos altos de Gurupi e Curupu (Lima a Aranha, 1993).


Autores: Humberto P. Lima, Laércio G. F. Aranha, Flávio J. Feijó

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Bacia de Bragança-Viseu, Bacia de São Luís, Graben de Ilha Nova, formação, carta estratigráfica

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Bacia do Ceará

A Bacia do Ceará está localizada na plataforma continental da margem equatorial brasileira, ocupando aproximadamente 34.000km² entre os meridianos 38 e 42 oeste. Limita-se a sudeste pelo Alto de Fortaleza, da Bacia Potiguar, e a noroeste pelo Alto de Tutóia, da Bacia de Barreirinhas. Devido à presença de características tectônicas distintas e feições estruturais proeminentes, a Bacia do Ceará foi subdividida em quatro sub-bacias, de oeste para leste: Piauí-Camocim, Acaraú, Icaraí e Mundaú. Nesta síntese, considerou-se as sub-bacias de Acaraú e Icaraí em conjunto. A base de dados utilizada soma 203 poços e cerca de 63.000km de seções sísmicas de reflexão.


Autores: Carlos V. Beltrami, Luís E. M. Alves, Flávio J. Feijó

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Bacia do Ceará, formação, carta estratigráfica

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Bacia Potiguar

A Bacia Potiguar ocupa perto de 60.000km², sendo 40% emersos, no extremo leste da margem equatorial brasileira, entre os meridianos 35 e 38 oeste. Seu limite noroeste é no Alto de Fortaleza, com a Bacia do Ceará, e o limite leste se dá no Alto de Touros, com a Bacia de Pernambuco-Paraíba. A atividade exploratória nesta bacia experimentou dois notáveis incrementos, na década de 1970 no mar e na década de 1980 em terra, em consequência da descoberta de volumes significativos de hidrocarbonetos. Até o presente, foram perfurados 4.000 poços na Bacia Potiguar (92% em terra), e registrados cerca de 115.000km de seções sísmicas de reflexão (78% no mar). Da interpretação destes dados surgiu a definição da maioria das unidades litoestratigráficas da bacia, já que a exposição em afloramentos só contempla as formações Açu, Jandaíra, Tibau e Barreiras. O arcabouço estratigráfico adotado é uma atualização dos diagramas de Souza (1982) e Lima Neto (1989).


Autores: Paulo de T. Araripe, Flávio J. Feijó

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Bacia Potiguar, formação, carta estratigráfica

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Bacia de Pernambuco - Paraíba

Esta bacia ocupa em sua porção emersa uma faixa estreita de cerca de 9000km² ao longo do litoral dos estados de Pernambuco e Paraíba, estendendo-se por 24.000km² pela plataforma continental. É a bacia sedimentar mais setentrional da costa leste brasileira situando-se entre os paralelos 6 e 9 sul. Limita-se a norte pelo Alto de Touros com a Bacia Potiguar, e a sul pelo Alto de Maragogi com a Bacia de Alagoas.


Autores: Flávio J. Feijó

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Bacia de Pernambuco-Paraíba, formação, carta estratigráfica

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Bacias de Sergipe - Alagoas

As bacias de Sergipe e Alagoas ocupam uma faixa alongada na costa leste brasileira, entre os paralelos 9 e 11 sul (fig. 1.1). Seu limite norte é o Alto de Maragogi, com a Bacia Pernambuco-Paraíba, e o limite sul com a Bacia de Jacuípe se dá no sistema de falhas Vaza Barris. A área emersa destas bacias soma 13.000km², e a porção submersa alcança 20.000km² até a cota batimétrica de 2.000 metros. Já foram perfurados 4.035 poços na bacia (3.617 em terra) e registrados 60.000km de seções sísmicas (26.000km em terra).


Autores: Flávio J. Feijó

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Bacia de Sergipe, Bacia de Alagoas, formação, carta estratigráfica

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Bacias do Recôncavo, Tucano e Jatobá

As bacias do Recôncavo, Tucano e Jatobá, estendem-se por mais de 30.000km² no nordeste da Bahia e sul de Pernambuco, ocupando grandes fossas tectônicas encravadas no Cráton do São Francisco (Almeida, 1967). A Bacia do Recôncavo foi intensamente explorada nos últimos cinquenta anos, o que resultou na perfuração de mais de cinco mil poços e no registro de mais de 30.000km de seções sísmicas de reflexão. Esta substancial quantidade de dados permitiu muitas interpretações de cunho estratigráfico, das quais a mais utilizada tem sido a de Viana et al. (1971).


Autores: José M. Caixeta, Gilmar V. Bueno, Luciano P. Magnavita, Flávio J. Feijó

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Bacia do Recôncavo, Bacia do Tucano, Bacia do Jatobá, formação, carta estratigráfica

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Bacias de Jacuípe, Camamu e Almada

Estas bacias ocupam 107.000km² no trecho da costa leste brasileira entre os paralelos 11 e 15 sul. Nelas foram perfurados 76 poços (34 em terra) e registrados cerca de 65.000km de seções sísmicas, quase que totalmente situadas na porção submersa. A Bacia de Jacuípe limita-se a norte pelo sistema de falhas Vaza Barris, com a Bacia de Sergipe, e a sul pela Falha de Itapoã, com a Bacia de Camaru (Wanderley e Graddi, 1993). A falha na Barra limita esta última bacia com a Bacia do Recôncavo, e a Bacia de Almada está separada da Bacia de Jequitinhonha ao sul pelo Alto de Olivença. O preenchimento sedimentar destas bacias é muito semelhante a partir do Eocretáceo, razão pela qual será descrito conjuntamente.Estas bacias ocupam 107.000km² no trecho da costa leste brasileira entre os paralelos 11 e 15 sul. Nelas foram perfurados 76 poços (34 em terra) e registrados cerca de 65.000km de seções sísmicas, quase que totalmente situadas na porção submersa. A Bacia de Jacuípe limita-se a norte pelo sistema de falhas Vaza Barris, com a Bacia de Sergipe, e a sul pela Falha de Itapoã, com a Bacia de Camaru (Wanderley e Graddi, 1993). A falha na Barra limita esta última bacia com a Bacia do Recôncavo, e a Bacia de Almada está separada da Bacia de Jequitinhonha ao sul pelo Alto de Olivença. O preenchimento sedimentar destas bacias é muito semelhante a partir do Eocretáceo, razão pela qual será descrito conjuntamente.


Autores: Antônio S. T. Netto, Joaquim R. Wanderley Filho, Flávio J. Feijó

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Bacia de Jacuípe, Bacia de Camamu, Bacia de Almada, formação, carta estratigráfica

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Bacias de Cumuruxatiba e Jequitinhonha

As bacias de Cumuruxatiba e Jequitinhonha estão na parte sul-central da costa baiana, entre os paralelos 15 e 18 sul. O limite norte da Bacia de Almada é no Alto de Olivença, ao passo que o limite sul com a Bacia de Mucuri se dá em uma área de embasamento raso denominada Alto de Alcobaça (Tagliari, 1988). O Banco Vulcânico de Royal Charlotte, e sua projeção em direção à costa, separam a Bacia de Cumuruxatiba da de Jequitinhonha. A Bacia de Cumuruxatiba possui quase 20.500km², sendo cerca de 7.000km² emersos e 13.500km² na parte submersa, até a lâmina d’água de 2.000 metros. Para sua interpretação, conta-se com uma malha sísimica com aproximadamente 24.000km e 31 poços exploratórios perfurados. As dimensões da Bacia de Jequitinhonha e o esforço exploratório exercido são da mesma ordem de grandeza.


Autores: Clóvis F. Santos, Rogério C. Gontijo, Mauro B. Araújo, Flávio J. Feijó

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Bacia de Cumuruxatiba, Bacia de Jequitinhonha, formação, carta estratigráfica

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Bacias do Espiríto Santo e Mucuri

As bacias do Espírito Santo e Mucuri abrangem quase 218.000km², sendo 18.000km² emersos, na costa leste brasileira entre os paralelos 18 e 21 sul. Seu limite norte com a Bacia de Cumuruxatiba é no Alto de Alcobaça, e o limite sul com a Bacia de Campos se dá no Alto de Vitória. A perfuração de 1.048 poços (944 em terra) desde 1959 e a progressiva melhoria de qualidade das seções sísmicas (46.000km no mar, 10.000km em terra) permitiram uma caracterização bastante segura das unidades litoestratigráficas e um melhor conhecimento dos eventos tectono-sedimentares que lhes deram origem.


Autores: Roberto A. B. Vieira, Marcos P. Mendes, Paulo E. Vieira, Luciano A. R. Costa, Claúdio V. Tagliari, Luiz A. P. Bacelar, Flávio J. Feijó

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Bacia do Espírito Santo, Bacia do Mucuri, formação, carta estratigráfica

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Bacia de Campos

A Bacia de Campos situa-se na costa norte do Estado do Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo, entre os paralelos 21 e 23 sul. Seu limite norte com a Bacia do Espírito Santo ocorre no Alto de Vitória, e o limite sul com a Bacia de Santos é no Alto de Cabo Frio. Dentre as bacias costeiras brasileiras desprovidas de afloramentos, a Bacia de Campos é a geologicamente mais conhecida, graças à perfuração de 1.000 poços nos últimos 23 anos. As informações de subsuperfície são amplamente enriquecidas por uma extensa malha sísmica de 350.000km e por levantamentos gravimétricos e magnetométricos.


Autores: Hamilton D. Rangel, Francisco A. L. Martins, Fernando R. Esteves, Flávio J. Feijó

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Bacia de Campos, formação, carta estratigráfica

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Bacia de Santos

A Bacia de Santos situa-se na costa sudeste brasileira, entre os paralelos 23 e 28 sul, e ocupa cerca de 275.000km² até a cota batimétrica de 2.000m. Seu limite norte com a Bacia de Campos se dá pelo Alto de Cabo Frio, e o limite sul com a Bacia de Pelotas é na Plataforma de Florianópolis. As rochas sedimentares e ígneas depositadas nesta bacia não afloram, e o conhecimento de sua estratigrafia advém essencialmente da perfuração de 78 poços e do registro de 200.000km de linhas sísmicas, tanto pela PETROBRAS como por companhias contratantes de risco.


Autores: Márcio J. Pereira, Flávio J. Feijó

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Bacia de Santos, formação, carta estratigráfica

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Bacia de Pelotas

A porção brasileira da Bacia de Pelotas estende-se por 210.000km² até a lâmina d’água de 2.000 m. com cerca de 40.000km² emersos, entre os paralelos 28 e 34 sul. Seu limite norte, com a Bacia de Santos, está posicionado no Alto de Florianópolis, enquanto que o limite sul é marcado pela fronteira com o Uruguai. O conhecimento geológico da Bacia de Pelotas advém essencialmente de cinco poços perfurados pela PETROBRAS entre 1974 e 1985, em sua porção submersa, além de uma malha com 37.000km de seções sísmicas de reflexão de excelente qualidade. Na parte emersa da bacia, a PETROBRAS perfurou, entre 1958 e 1964, oito poços que amostraram apenas poucas centenas de metros de rochas sedimentares pós-oligocênicas.


Autores: Jefferson L. Dias, Alberto R. E. Sad, Rogério L. Fontana, Flávio J. Feijó

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Bacia de Pelotas, formação, carta estratigráfica

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