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Boletim de Geociências da Petrobras

Publicação:NOV /2013

Volume:21

Número:2

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Expediente, Apresentração e Sumário

Há 50 anos, a Petrobras tomou a decisão inovadora e visionária de criar um centro de pesquisas e localizá-lo no interior de um campus universitário, no caso, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Deste sítio surgiram, ao longo dos anos, soluções tecnológicas que permitiram à Empresa tornar-se líder na exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas. Assim, o Boletim de Geociências da Petrobras inicia o volume 21 número 2 oferecendo aos seus leitores a oportunidade de conhecer uma síntese deste meio século de contribuição às geociências inserida na história do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello, o Cenpes. Na sequência, apresentamos diversos artigos que abrangem diferentes áreas das geociências, tentando levar à comunidade um amplo espectro do conhecimento das bacias sedimentares e da gestão de dados exploratórios. O trabalho de Luciano Costa e colaboradores aborda o aspecto conceitual da classificação de recursos petrolíferos utilizando três abordagens: o fator de chance geológico, tecnológico e comercial. Trata-se de importante ponto de reflexão necessário à implantação de projetos exploratórios, uma vez que avalia o risco dos mesmos.


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Geociências no Centro de Pesquisas da Petrobras

O presente artigo apresenta uma retrospectiva cronológica da atuação das diversas áreas de Geociências do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras, o Cenpes. Desde sua criação em 1966 e sua instalação definitiva no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1973, desenvolveram-se no Cenpes trabalhos de investigação em Sedimentologia, Bioestratigrafia, Geofísica, Evolução de Bacias Sedimentares, Geoquímica Orgânica, Geologia Estrutural e Petrofísica, documentados em mais de 50 mil Relatórios e Comunicações Técnicas. Esta atuação caracterizouse, desde os primórdios, pela interação com as universidades, nacionais e estrangeiras, e institutos de pesquisa em petróleo, através de projetos em parceria de investigação geocientífica. Em consequência de sua extensa produção técnico-científica, a área de Geociências do Cenpes contribuiu significativamente para a construção de uma extraordinária base de dados geológicos e geofísicos, plenamente integrada ao processo exploratório da Companhia.


Autores: Edison José Milani, Carla Viviane Araujo, Renato Oscar Kowsmann, Eduardo Borges Rodrigues, Cecília Cunha Lana, Daisy Barbosa Alves, Gerhard Beurlen, Jorge Fiori Fernandes Sobreira, Peter Szatmari, Ramsés Capilla, Justo Camejo Ferreira, Eugênio Vaz dos Santos Neto, Maria José Resende Oliveira, Marco Antonio Schreiner Moraes, Adriano Roessler Viana, Oscar Strohschoen Júnior, José Henrique Gonçalves de Melo

Palavras-chave

Cenpes, Geociências, Sedimentologia, Geoquímica, Bioestratigrafia, Geofísica, Geologia Estrutural, Tectônica, Base de Dados, Exploração de Hidrocarbonetos

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Estimativa da chance de Sucesso Exploratório: uma abordagem em três passos consistente com a classificação de recursos petrolíferos

A atratividade de uma oportunidade exploratória depende, entre outros fatores, da chance de sucesso. Estimar essa chance não é uma tarefa simples, principalmente para uma empresa que enfrenta desafios geológicos como a exploração em novas fronteiras ou desafios tecnológicos como a produção em águas ultraprofundas, reservatórios complexos e óleos pesados. Nesse trabalho, é proposta uma abordagem de estimativa da chance de sucesso em três passos. Inicialmente, avalia-se a chance de que o sistema petrolífero funcione (Chance de Descoberta ou Chance de Sucesso Geológico). Em seguida, é avaliada a chance de que, dada a descoberta, seja possível colocá-la em produção (Chance de Recuperação ou Chance de Sucesso Tecnológico). Finalmente, avalia-se a chance de Sucesso Comercial, dada a condição de que é possível colocá-la em produção (Chance de Comercialidade ou Chance de Sucesso Comercial). Essa abordagem permite especificar a contribuição das diversas especialidades envolvidas na complexa tarefa de avaliar a chance de sucesso e também é consistente com a classificação de recursos proposta pela Guideline... (2011).


Autores: Luciano Arantes Rezende Costa, Pedro Victor Zalán, Luciane Pierri de Mendonça Nobre

Palavras-chave

economia da exploração, avaliação de risco, avaliação de oportunidades exploratórias

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Guia de campo na Área Continental do Alto de Cabo Frio

Este guia de campo apresenta e discute as principais características geológicas da porção emersa do Alto de Cabo Frio, um segmento da margem continental sudeste do Brasil, que separa as bacias sedimentares de margem passiva de Campos e Santos. Feições estruturais dúcteis e rúpteis são apresentadas e discutidas ao longo de afloramentos representativos localizados em Cabo Frio e Búzios. As características dúcteis, tais como dobras, foliações e zonas de cisalhamento, foram desenvolvidas no contexto orogênico da aglutinação do supercontinente Gondwana ocorrida do Neoproterozoico ao Ordoviciano, relacionada a dois principais episódios de colisão brasilianos em ca 580-520 Ma. As estruturas rúpteis incluem zonas de fraturas e falhas, um expressivo enxame de diques toleíticos (ca 130 Ma) e corpos intrusivos alcalinos (ca 60-50 Ma). Estas estruturas e rochas se desenvolveram nas fases pré- a pós-rifte do desenvolvimento do Oceano Atlântico Sul e da margem continental sudeste do Brasil. Um estudo detalhado da geometria e da cinemática de colocação dos diques permitiu inferências a respeito das orientações dos paleotensores regionais atuantes durante os processos magmáticos relacionados à quebra do Gondwana.


Autores: Julio Cesar Horta de Almeida, Mônica da Costa Pereira Lavalle Heilbron, Renata da Silva Schmitt, Claudio de Morisson Valeriano, Ilson Nunes Rubim, Webster Ueipass Mohriak, Délzio de Lima Machado Júnior, Wolfram Tetzner

Palavras-chave

quebra do Gondwana, Alto de Cabo Frio, Bacia de Campos, Bacia de Santos, diques toleíticos, Terreno Cabo Frio

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Distribuição estratigráfica quantitativa de foraminíferos planctônicos no Quaternário da margem continental do Sudeste brasileiro

Este trabalho utiliza o arcabouço bioestratigráfico anteriormente estabelecido para o Quaternário da margem continental do Sudeste do Brasil, para mostrar como as relações quantitativas entre as associações de foraminíferos planctônicos, que caracterizam os intervalos zonais e subzonais dos últimos 1,8 milhão de anos, podem auxiliar no posicionamento cronoestratigráfico de amostras de testemunhos a pistão oriundos das bacias de Santos, Campos, Espírito Santo e Jequitinhonha. É o resultado de centenas de cálculos sobre as variações percentuais do grupo Globorotalia menardii, dos gêneros Pulleniatina e Orbulina e das espécies Globorotalia inflata e Globorotalia truncatulinoides. Relacionaram-se os percentuais médios de cada grupo, gênero ou espécie em cada intervalo zonal e subzonal e seus marcos locais e globais diante de uma escala de tempo, de acordo com o zoneamento definido inicialmente para o Quaternário Superior da Bacia de Campos. O presente trabalho, porém, abrange todo o Quaternário e é valido para as bacias marginais do Sudeste brasileiro.


Autores: Marco Aurélio Vicalvi

Palavras-chave

Quaternário, bioestratigrafia, foraminíferos planctônicos

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Sedimentologia e estratigrafia das ilhas de Santa Bárbara e Redonda, Arquipélago dos Abrolhos, sul da Bahia

As ilhas do Arquipélago dos Abrolhos constituem raros testemunhos do preenchimento das bacias marginais do Brasil e são compostas essencialmente por rochas ígneas. Contudo, em duas delas, Santa Bárbara e Redonda, rochas sedimentares constituem uma grande proporção dos afloramentos. Este trabalho teve como objetivos caracterizar tais rochas, inseri-las num arcabouço estratigráfico e entender seu contexto deposicional. Descrições macroscópicas de campo e a montagem de seções colunares proporcionaram a divisão da sucessão sedimentar em três unidades deposicionais – inferior, média e superior – apoiadas no reconhecimento de quatro superfícies importantes, sendo três discordâncias e uma camada de siltito, usada como datum, a qual pode ser identificada em todas as seções aflorantes. Litologicamente predominam arenitos e, subordinadamente, fácies caracterizadas pela intercalação de arenitos finos e siltitos, siltitos e conglomerados. Os depósitos derivam de fluxos gravitacionais de alta e baixa densidade e movimentos de massa (escorregamentos e fluxos de detritos). Fácies geradas em contexto deposicional instável, relacionado à atividade tectônica, vulcanismo ou a um gradiente íngreme, predominam na unidade inferior e ocorrem subordinadamente na superior. A unidade média é composta por depósitos de ambiente aparentemente estável. Um conjunto de feições e estruturas sedimentares, tais como lobos arenosos, intervalos escorregados, camadas com estruturas geradas por fluxos oscilatórios, grandes bioturbações e sedimentos com fragmentos de plantas e material carbonoso, sugere um contexto marginal não muito profundo, alimentado por um sistema deltaico à retaguarda para estes depósitos. A presença de fragmentos de rochas ígneas nos sedimentos e a intrusão de corpos ígneos nos mesmos demonstram uma contemporaneidade entre a atividade vulcânica e a deposição dos sedimentos. Análises com base no método dos nanofósseis identificaram, preliminarmente, raras formas do Eoceno, e datações através do método Ar/ Ar em rochas ígneas das ilhas sugerem idades entre o Paleoceno Superior e Eoceno.


Autores: Roberto Ronald Matte

Palavras-chave

Arquipélago dos Abrolhos, depósitos turbidíticos, margem leste do Brasil, bacia marginal

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O primeiro zoneamento de nanofósseis calcários no Brasil (Troelsen e Quadros, 1971a)

Na Petrobras, o emprego dos nanofósseis calcários com propósitos biocronoestratigráficos (datação de amostras de poços) teve início concomitante à perfuração dos primeiros poços nas áreas marítimas das bacias marginais brasileiras, no final da década de 1960. O estudo desse grupo fóssil, na exploração de petróleo, ainda era novidade em todo o mundo. O trabalho pioneiro de Troelsen e Quadros (1971a) estabeleceu um arcabouço bioestratigráfico bastante coerente e passou a auxiliar sobremaneira a exploração em termos de correlações cronoestratigráficas. Os trabalhos posteriores, realizados na margem continental, jamais verificaram qualquer inconsistência no arcabouço original. Assim, em face do maior número de amostras disponível para investigações (perfuração de mais poços), concomitante ao incremento bastante significativo da produção acadêmica mundial, os estudos posteriores limitaram-se apenas a detalhar o zoneamento de Troelsen e Quadros (1971a).


Autores: Lucio Riogi Tokutake, Rogério Loureiro Antunes

Palavras-chave

exploração, bioestratigrafia, nanofósseis calcários, margem

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Geoquímica inorgânica em apoio à estratigrafia e interpretações paleoambientais: Albiano da Bacia de Campos

A necessidade de aprimorar o detalhamento estratigráfico do Cretáceo médio das bacias da margem sudeste do Brasil, em apoio à exploração e produção de petróleo, tem estimulado a avaliação de variáveis não convencionais para este fim, dentre elas análises geoquímicas de diversos tipos. Este trabalho, de cunho metodológico, examina o comportamento dos teores de elementos químicos medidos numa seção albiana da Bacia de Campos, amostrada por uma perfuração. Os eventos marcados por data geoquímicos geram expectativas de poderem integrar, com o avanço da pesquisa, o conjunto de marcos passíveis de correlações regionais. No poço examinado, um dos eventos reconhecidos testemunha profundas mudanças ocorridas na paleogeografia das bordas e na própria condição ambiental do Mar Atlântico Sul, no neo-albiano, marcada pela ampliação significativa dos elementos químicos litófilos nos carbonatos estudados.

 


Autores: Ricardo Latgé Milward de Azevedo, Janaína Teixeira Lobo

Palavras-chave

Albiano, Atlântico Sul, geoquímica inorgânica, estratigrafia e interpretações paleoambientais

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Controle alocíclico (escala de Milankovitch) na sedimentação siliciclástica, mista e carbonática albiana no centro-leste da Plataforma de Regência (Bacia do Espírito Santo, Brasil)

O intervalo de estudo (Sequência A) abrange uma sequência deposicional do Albiano Inferior caracterizada por estratos ciclicamente organizados que estão presentes em cinco poços perfurados em uma estrutura do tipo rollover situada em um bloco alto vizinho à Falha Cedro-Rio Doce, no centro-leste da Plataforma de Regência. Este artigo se propõe a apresentar um modelo paleoambiental que explique a alternância cíclica de estratos composicionalmente distintos. Esse modelo está baseado na descrição e interpretação de fácies e associações de fácies presentes em 180m de testemunhos distribuídos em distintos níveis da Sequência A. Apesar de fundamentado na análise faciológica, o modelo deposicional se propõe a explicar tanto a alternância cíclica de estratos de composição distinta como a disposição paleogeográfica das fácies siliciclásticas, híbridas e carbonáticas. Em sua elaboração foram considerados tanto os processos autogênicos, tais como aporte terrígeno derivado de descargas fluviais efêmeras, produção in situ de sedimentos carbonáticos e redistribuição de ambos por correntes litorâneas e eventos de tempestade, como os alogênicos, nessa classe incluindo variações climáticas controladas por ciclos orbitais. Como os testemunhos também revelaram um nítido padrão cíclico, optou-se por proceder a uma análise em redes neurais de cinco curvas de perfis de poços (raios gama, densidade, fator fotoelétrico, sônico e neutrão) devidamente calibradas à descrição das fácies. Esse procedimento permitiu estender a descrição faciológica dos testemunhos aos intervalos não testemunhados da Sequência A. Foi assim possível correlacionar o empilhamento das fácies descritas nos testemunhos, onde formam repetitivos episódios transgressivos-regressivos (TR), com o arranjo das litologias ao longo de toda a Sequência A, que se organizam na forma de ciclos de alta frequência com períodos estimados de 100 mil anos (excentricidade curta na escala de Milankovitch). Ao longo da Sequência A observou-se a superposição de vários ciclos T-R cuja porção siliciclástica tende a incorporar, no sentido ascendente das camadas, sedimentos cada vez mais finos (baixa energia) em detrimento de fácies de mais alta energia, configurando, assim, um afogamento do sistema sedimentar na escala de terceira ordem.


Autores: Claudio Vinicius Tagliari, Josemar Santos Pereira Filho, Renata Guimarães Netto, Paulo Sérgio Gomes Paim

Palavras-chave

alociclicidade, sistemas deposicionais mistos, siliciclásticos e carbonáticos, Albiano, Bacia do Espírito Santo

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Comentário ao Boletim de Geociências da Petrobras dedicado à Bacia Lusitânica (v. 19, n. 1-2, 2010-2011)

No seguimento da recente publicação de um volume do Boletim de Geociências da Petrobras (BGP) sobre a Bacia Lusitânica (v.19, n.1-2), com data de 2010-2011, divulgado para a comunidade científica no início de 2013, é pretensão desta nota tecer comentários relativos a alguns dos artigos aí publicados. No referido volume são apresentadas diversas contribuições nas áreas afins à estratigrafia do Mesozoico. Tendo em conta o conhecimento existente sobre o Jurássico Inferior da referida bacia, onde se incluem vários trabalhos da autoria e coautoria do subscritor deste comentário (ver, por exemplo, Soares et al., 1993; Duarte, 1997, 2004, 2007, 2010; Duarte et al., 2001, 2004a, 2004b, 2007, 2008, 2010, 2011; Duarte e Soares, 2002; Azerêdo et al., 2003, 2010; Oliveira et al., 2006; Hesselbo et al., 2007; Suan et al., 2010; Reggiani et al., 2010; Silva et al., 2011), constatam-se que alguns dos artigos publicados no presente volume do BGP se cruzam com as temáticas abordadas nas referências acima citadas, que resultaram de largos anos de investigação científica e do envolvimento de equipes multidisciplinares. Pretendese demonstrar, que três dos artigos recentemente publicados no BGP não terão respeitado algumas regras, como a da prévia autoria científica, da frequente utilização de citações incorretas, omissões, erros ou de abordagens que suscitam uma discussão mais alargada. Comentam-se aqui os artigos Pena dos Reis et al. (2010-2011), Calhôa et al. (2010-2011) e Pimentel et al. (2010-2011), na ordem como aparecem no referido volume do BGP.


Autores: Luís Vitor da Fonseca Pinto Duarte

Palavras-chave

Bacia Lusitânica

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Contornitos e as correntes de fundo

Contornitos, por definição, são sedimentos depositados ou intensamente retrabalhados pela ação persistente de correntes de fundo. Na Petrobras, sua identificação e estudo tiveram início na década de 1980 em depósitos eocênicos na Bacia de Campos. Diversos trabalhos internos e acadêmicos nos anos seguintes foram dedicados à compreensão dos processos de retrabalhamento de depósitos turbidíticos. Correntes de fundo se originam pela movimentação relativa de corpos de água determinada por diferenças de densidade, em função de variação na temperatura e salinidade. A velocidade destas correntes seria correlacionável com a intensidade do gradiente de densidade. Há registros de correntes que alcançam velocidade de até mesmo 3ms-1, como no Golfo de Cádiz (Espanha). A interação destas correntes com a fisiografia do fundo também pode aumentar ou diminuir sua velocidade. Desta forma, as correntes são muito afetadas pelo relevo do fundo oceânico, que lhes confere características erosivas, como também deposicionais. As correntes de fundo, juntamente com o controle estrutural sindeposicional,  são os principais fatores que podem influenciar e modificar os depósitos turbidíticos.


Autores: Fabrizio Dias Lima

Palavras-chave

Corrente de fundo

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