• English
  • Espanhol
  • Português
Submit

EM PUBLICAÇÃO

EDIÇÕES

Boletim de Geociências da Petrobras

Publicação:NOV /2010

Volume:18

Número:2

Artigos mais procurados

Artigos
Expediente, Apresentação e Sumário

O número 2, volume 18 do Boletim de Geociências da Petrobras (maio 2010 a novembro 2010) inclui os seguintes trabalhos: • Mendonça Filho (UFRJ) e colaboradores da Petrobras e universidade, no artigo Aplicação da faciologia orgânica no modelo sedimentológico-estratigráfico do Oligo-Mioceno e Mioceno da Bacia de Campos, apresentam uma visão integrada das palinofácies com os atributos sedimentológicos e estratigráficos compreendendo fisiograficamente as regiões da plataforma rasa ao talude-bacia para o intervalo de rocha-tempo considerado. A análise e caracterização da matéria orgânica particulada permitiu o estabelecimento da relação proximal-distal nos sedimentos que a contém e a interpretação das oscilações transgressivas-regressivas para esse pacote, bem como as condições paleoambientais de deposição e preservação da matéria orgânica no contexto geológico em estudo.


Autores:

Palavras-chave

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Aplicação da faciologia orgânica no modelo sedimentológico-estratigráfico do Oligo-Mioceno e Mioceno da Bacia de Campos

Este trabalho apresenta a integracao da analise de palinofacies com o modelo estratigrafico e sedimentologico dos depositos siliciclasticos do intervalo estratigrafico da plataforma rasa ate o talude/bacia do Oligo-Mioceno/Mioceno da Bacia de Campos. O principal objetivo da palinofacies foi caracterizar a materia organica sedimentar particulada de 158 amostras de testemunhos coletadas em 29 pocos de nove campos produtores (Albacora, Barracuda, Marlim Sul, Marlim, Voador, Marlim Leste, Moreia e Albacora Leste). Essa tecnica fornece informações sobre a relacao proximal-distal e as condicoes paleoambientais de deposicao e preservacao de matéria organica sedimentar, permitindo avaliar e comparar as associacoes de componentes organicos particulados. Assim, a tecnica palinofacies pode ser usada como mais uma ferramenta na caracterizacao de sistemas deposicionais, com base na distribuicao espacial e temporal dos intervalos sedimentares. No geral, as associacoes palinofaciologicas mostraram o predomínio do Grupo Fitoclasto (materia organica terrestre) em varios estagios de degradacao em funcao do processo de preservacao seletiva diagnosticado nas amostras estudadas. Algumas amostras apresentaram elevados percentuais de dinocistos indicativos de condicoes deposicionais de carater transgressivo. De acordo com os dados obtidos, foi possivel caracterizar as sequencias estratigraficas de acordo com a distribuicao do conteudo organico particulado (e.g. influencia de sistemas fluvio-deltaicos, regime de oxigenio, tendencias regressiva-transgressiva de cada sequencia). Analises adicionais de Carbono Organico Total (COT% em peso) mostraram o controle dos componentes particulados do Grupo Fitoclasto no conteudo de COT (% em peso), sugerindo que a curva de variacao do nivel relativo do mar pode ser tracada inversamente a curva de variacao dos teores de COT ao longo das sequencias, uma vez que a progradacao siliciclastica tem sempre uma correlacao positiva com a abundancia absoluta de materia organica terrestre.


Autores: João Graciano Mendonça Filho, Taíssa Rêgo Menezes, Joalice de Oliveira Mendonça, Antonio Donizeti de Oliveira, Jaqueline Torres de Souza, Viviane Sampaio Santiago dos Santos, Luci Maria Arienti

Palavras-chave

Bacia de Campos, Oligo-Mioceno, palinofácies, estratigrafia, sedimentologia

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Sismoestratigrafia de bacias rifte: técnicas, métodos e sua aplicação na Bacia do Recôncavo

Este estudo apresenta uma proposta de interpretação e mapeamento sistemático sismoestratigráfico de bacias do tipo rifte baseado em conceitos genéticos conforme o desenvolvimento primordial da Estratigrafia de Sequências – a interpretação temporal de unidades baseadas em conceitos derivados de variáveis controladoras dos eventos deposicionais e erosivos e expressos em tendências deposicionais – padrões de empilhamento. Assim, a sedimentação em bacias rifte é controlada diretamente por variáveis específicas e suas relações, o que resulta em modelos evolutivos teóricos. Estes modelos teóricos são detalhados na forma de tendências deposicionais denominadas padrões de empilhamento. Portanto, a partir dos padrões de empilhamento é possível estabelecer o caminho inverso, retratando modelos evolutivos e controles exercidos por essas variáveis. O objetivo deste artigo é a transposição deste modelo genético tectono-estratigráfico de bacias rifte para o ambiente sísmico, baseando-se nos conceitos-chave da sismoestratigrafia. Esta análise fundamenta-se no reconhecimento das unidades sismoestratigráficas que compõem os tratos de sistemas tectônicos – unidades básicas de mapeamento. Estes tratos de sistemas são formados por padrões de empilhamento específicos para cada porção do meio-gráben. Conforme estes padrões de empilhamento retratam mudanças do espaço de acomodação, superfícies estratigráficas e padrões de terminações de refletores são estabelecidos. Desta forma, toda uma base conceitual de reconhecimento sismoestratigráfico é proposta, bem como uma determinação temporal de modelos evolutivos em diagramas cronoestratigráficos (diagramas de Wheeler), fornecendo um arcabouço tectonoestratigráfico genético


Autores: Juliano Kuchle, Claiton Marlon dos Santos Scherer

Palavras-chave

rifte, sismoestratigrafia, Estratigrafia de Sequências

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Bandas de deformação em arenitos porosos: estudo de casos em bacias do nordeste do Brasil

O presente estudo trata da caracterizacao de estruturas denominadas como bandas de deformação (deformation bands) (Aydin 1978) nas escalas meso e microscopica, atraves do estudo da ocorrencia de casos nas bacias Potiguar (RN), Sergipe-Alagoas (SE) e de Tucano (BA). As bandas de deformacao ocorrem comumente em arenitos porosos, que podem ser rochas-reservatorio em sistemas petroliferos. Estas estruturas influenciam no carater permo-poroso da rocha, por conseguinte, o fluxo de fluido. Este fato tem levado a um grande interesse na compreensao do processo de formacao e desenvolvimento das referidas estruturas. Este estudo tem o objetivo de apresentar as similaridades e diferencas das feicoes deformacionais e dos mecanismos de deformacao responsaveis pela formacao e desenvolvimento das bandas de deformação presentes em zonas de danos de falhas em três formacoes de bacias sedimentares distintas. No contexto tectonico regional foi verificada a compatibilidade dos modelos interpretados em mesoescala, para a formacao e disposicao geometrica das bandas de deformacao, com estruturas nas escalas regionais, a exemplo do sistema de falhas dextral de Afonso Bezerra (Bacia Potiguar) e o contexto da falha transpressional de Jeremoabo (Bacia de Tucano). Desta forma, embora as bandas de deformação se apresentem geralmente com aspectos similares, exibem, tambem, algumas diferencas na sua formação e desenvolvimento nas escalas meso e microscopica, que por sua vez estao intimamente relacionadas com parametros sedimentologicos e mineralogicos da rocha, alem da influencia do contexto tectonico em que se desenvolveram.


Autores: Talles Souza Ferreira, Fernando César Alves da Silva

Palavras-chave

bandas de deformação, microfraturamento, zona de dano, arenitos porosos, Bacia Potiguar, Bacia de Tucano, Bacia de Sergipe-Alagoas

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Ocorrência de vulcanismo bimodal de idade terciária na Bacia de Mucuri

Desde o século passado, são reconhecidas duas épocas distintas de atividade magmática nas bacias do Espírito Santo e Mucuri. A primeira delas, interpretada como de idade cretácica, está relacionada à abertura do Atlântico Sul e tem como registro os basaltos toleíticos da Formação Cabiúnas, de idade barremiana. A segunda e mais expressiva atividade vulcânica da bacia se instalou durante o Terciário e gerou os basaltos, descritos como de natureza alcalina da Formação Abrolhos. Estudos recentes realizados em amostras de calha oriundas de duas perfurações realizadas pela Petrobras na parte submersa da Bacia de Mucuri identificaram rochas de natureza intermediária à ácida no topo da Formação Abrolhos. A presença de riolitos e traquitos no topo dos basaltos caracteriza um vulcanismo bimodal inédito na porção submersa da bacia. Em ambos os litotipos, a substituição dos minerais da matriz por carbonato e zeólitas foi originada, provavelmente, pela interação das rochas com a água do mar. Os dois poços amostrados distam cerca de 120km, o que permite inferir que, devido à pequena continuidade lateral característica de magmas ácidos a intermediários, ocorrências tão distanciadas devem refletir uma proximidade com os condutos vulcânicos. A presença de fragmentos de rochas vulcânicas na base dos calcarenitos da Formação Caravelas imediatamente sobreposta permite relacionar a extrusão dos litotipos intermediários a ácidos aos estágios finais do vulcanismo Abrolhos. Além disso, outras ocorrências de rochas riolíticas e ignimbríticas reportadas sobre o embasamento cristalino nas regiões de São Mateus, no Estado do Espírito Santo e no nordeste do Estado de Minas Gerais, em níveis intercalados nos arenitos da Formação Rio Doce no extremo sul do Estado da Bahia, poderiam ter um caráter cogenético e relacionarem-se ao crepúsculo do magmatismo terciário de Abrolhos, cuja dimensão tem sido subestimada até o presente. Estudos geoquímicos, geocronológicos e isotópicos dessas rochas são importantes na definição da extensão do vulcanismo básico a ácido e, consequentemente, contribuirão para um melhor entendimento da evolução tectônica das bacias de Mucuri e do Espírito Santo.


Autores: Newton Souza Gomes, Marcos Tadeu de Freitas Suita

Palavras-chave

bacias do Espírito Santo e Mucuri, Formação Abrolhos, rochas riolíticas e ignimbríticas, magmatismo Terciário

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Modelagem sísmica-geométrica de fácies dos carbonatos lacustres da Formação Morro do Chaves, Bacia de Sergipe-Alagoas

Recentes descobertas de hidrocarbonetos em reservatórios carbonáticos lacustres na Bacia de Campos têm motivado geofísicos e geólogos a pesquisar detalhadamente a relação das variações geométricas e faciológicas de rochas análogas aflorantes com a sísmica convencional. O modelo sísmico-geométrico de fácies da Pedreira Atol relaciona as associações de fácies das coquinas aflorantes da Formação Morro do Chaves, Bacia de Sergipe-Alagoas, às sismofácies presentes em uma seção sísmica de alta resolução (bancada-1) adquirida no próprio afloramento. Esse modelo foi resultado da inter-relação dos modelos de integração de fácies, estratigráfico-estrutural e de velocidade de fácies do afloramento. O primeiro contém informações de raios-gama, velocidade sônica, porosidade e geometria dos tipos de associações de fácies. O segundo resultou da integração do primeiro modelo com o imageamento topográfico 3-D Laser-scanner e das observações geométrico-estruturais. O último foi gerado pela substituição das associações de fácies do segundo modelo pelas respectivas velocidades sônicas. Este, por sua vez, foi parâmetro de entrada no programa de modelagem acústica 2-D, que produziu uma seção sísmica sintética do afloramento com padrão similar à seção sísmica de alta resolução da bancada-1. A interpretação de um trecho desta seção sísmica de alta resolução baseada no modelo sísmico-geométrico de fácies demonstrou que as associações de fácies presentes no perfil da sondagem S-217 e as do poço FU-107, ambas posicionadas a cerca de 50m da linha sísmica, correlacionaram-se sismoestratigraficamente. Mais importante, observou-se que as fácies sísmicas estavam em posições estratigráficoestruturais, coerentes com as observadas na análise geológico-estrutural do afloramento. Essas constatações demonstraram que esse modelo das coquinhas da Formação Morro do Chaves pode ser utilizado como análogo na atividade da exploração e produção de hidrocarbonetos, particularmente nas fácies reservatórios das coquinas da Formação Lagoa Feia, Bacia de Campos.


Autores: Eliseu Massaaki Kinoshita

Palavras-chave

Formação Morro do Chaves, carbonatos lacustrinos, sísmica de alta resolução, associação de fácies

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Controle tectonoestratigráfico dos processos de geração, migração e trapeamento do Sistema Petrolífero Irati-Rio Bonito, na região carbonífera de Santa Catarina

O trabalho tem por objetivo a caracterização geológica, em termos estruturais e estratigráficos, do sistema petrolífero responsável pela ocorrência de óleos encontrados na Formação Rio Bonito, na região carbonífera de Santa Catarina, borda leste da Bacia do Paraná, nos municípios de Lauro Muller, Siderópolis e Criciúma – SC. Atualmente, especula-se que estes óleos estão associados à Formação Irati, relacionados a um modelo não convencional de geração, vinculado à maturação térmica por intrusão de diabásio, uma vez que a rocha geradora sofreu um insuficiente soterramento. Como a Formação Irati encontra-se posicionada estratigraficamente acima da Formação Rio Bonito, o sistema petrolífero Irati-Rio Bonito depende da presença de um forte controle estrutural para o modelo de migração. A preparação de um mapa geológico integrado para a área de estudo, envolvendo dados geológicos de campo, dados aeromagnetométricos e informações de furos de sondagem permitiu um entendimento mais aprofundado do arcabouço tectônico estratigráfico da região. O mapeamento através de seções geológicas indicam a presença de falhas NE-SW, e secundariamente falhas E-W, que colocariam a Formação Irati em contato lateral, ou em um posicionamento abaixo da Formação Rio Bonito. A partir de seções cronoestratigráficas foi possível reconhecer prováveis selos, trapas estratigráficas e estruturais, associados ao sistema petrolífero Irati-Rio Bonito. As análises geoquímicas (biomarcadores) e isotópicas dos óleos coletados na Formação Rio Bonito apontaram que os mesmos estão associados aos folhelhos do Membro Assistência da Formação Irati. O arcabouço estrutural e os óleos estudados na região sugerem migração de sudoeste para o nordeste, ao longo de um sistema de falhas NE-SW encontradas na região, que foram geradas anteriormente ou concomitantemente ao derrame basáltico associado à Formação Serra Geral.


Autores: Ivan Soares Loutfi, Egberto Pereira, René Rodrigues, Cássia Lima Cardozo

Palavras-chave

Sistema Petrolífero Irati-Rio Bonito, controle tectonoestratigráfico, seções cronoestratigráficas, análises geoquímicas e isotópicas

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Oscilações paleobatimétricas de alta frequência induzidas por ciclos orbitais na Bacia de Campos

Um estudo integrado de cicloestratigrafia, paleoecologia e bioestratigrafia foi desenvolvido em depósitos sedimentares rítmicos do Oligo-Mioceno da Bacia de Campos, Brasil. Os dados bioestratigráficos, combinados com a análise espectral de séries numéricas representativas das variações do conteúdo de carbonato de cálcio dos testemunhos do poço A, revelam a existência de padrões cíclicos de frequências compatíveis com os ciclos de Milankovitch. Oscilações cíclicas nas biofácies de foraminíferos bentônicos reconhecidas nestes testemunhos possuem a mesma frequência e fase dos ciclos de excentricidade longa (400 Ka). Embora mudanças paleoceanográficas (como alterações nas correntes oceânicas, temperatura das águas e suprimento de nutrientes) possam modificar os padrões de distribuição e frequência das associações de foraminíferos, a metodologia empregada na interpretação das biofácies, o contexto geológico da área estudada e o modelo genético proposto para a formação destas rochas com padrão rítmico sugerem que as alterações nas biofácies de foraminíferos bentônicos estão diretamente relacionadas às flutuações paleobatimétricas induzidas por oscilações glacioeustáticas do nível relativo do mar. De acordo com o modelo proposto para a formação dos pares de marga-carbonato, ciclos de produtividade e diluição foram determinantes. Em períodos regressivos, o recuo da linha de costa em direção ao oceano favoreceu um aporte maior de argila nas áreas batiais, fazendo com que o aumento do volume de terrígenos inibisse a produção de carbonato pelágico (foraminíferos planctônicos e nanofósseis calcários), criando condições propícias para a deposição das margas. Durante a fase transgressiva, o aporte de sedimentos continentais foi relativamente menor, favorecendo o aumento da produtividade de carbonato pelágico e a redução do teor de argila, formando as camadas de carbonato. Observa-se, também, que as variações paleobatimétricas interpretadas a partir dos dados de foraminíferos estão em fase com os ciclos transgressivos-regressivos, sugerindo uma causa comum tanto para a formação dos pares marga-carbonato como para as oscilações paleobatimétricas registradas pelas biofácies.


Autores: Valquíria Porfírio Barbosa, Armando Antonio Scarparo Cunha, Seirin Shimabukuro, Luiz Antonio Pierantoni Gamboa

Palavras-chave

paleobatimetria, Ciclos de Milankovitch, Bacia de Campos, paleoecologia

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Ocorrência de rudistas em amostras de testemunho do Albiano inferior da Bacia de Campos

Nos últimos anos, uma coletânea de dados paleontológicos obtidos por diversos autores indica, claramente, que a maior contribuição para o volume inicial de formação do Atlântico Sul foi das águas provenientes do norte (Atlântico Norte e Tétis), apesar da abertura tectônica ter se dado de sul para norte. Ainda existem muitas controvérsias quanto ao momento em que ocorreram as primeiras ingressões marinhas nas bacias costeiras brasileiras. Dias (1999, 2005) e Arai (1999, 2007 e 2009), por metodologias diferentes, defenderam que desde o Aptiano já havia incursões marinhas nas bacias costeiras brasileiras. Por sua vez, Arai (op.cit.), Dias-Brito (1999, 2000), Terra e Lemos (1999), Azevedo (2001 e 2004), utilizando diferentes grupos de fósseis, também postularam que as associações encontradas refletiam a influência tetiana no Atlântico Sul. Apesar dos principais grupos estudados – dinoflagelados de parede orgânica, pitonelídeos, colomielideos, foraminíferos planctônicos e algas vermelhas – apresentarem clara afinidade tetiana, sempre se questionou a ausência do fóssil mais emblemático da associação tetiana: os rudistas. Essa breve comunicação tem como objetivo registrar a primeira ocorrência em subsuperfície de bioclastos de rudistas amostrados em um poço perfurado em águas profundas da Bacia de Campos.


Autores: Gerson José Salamoni Terra, Juliana Bahniuk, Miguel Pittella Franco

Palavras-chave

rudista, Atlântico Sul, Mar de Tétis, Cretáceo

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Termocronologia: estimando a história térmica da crosta terrestre

Termocronologia é o uso de datações radiométricas, baseadas no conceito de temperatura de fechamento de um determinado mineral ou sistema isotópico, para reconstruir a história térmica das  ochas. Intimamente relacionada às técnicas geocronológicas, a termocronologia incorpora a capacidade de resolver tanto os aspectos temporais como os térmicos relacionados a um determinado processo  geológico e sua duração.


Autores:

Palavras-chave

Termocronologia

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin