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Boletim de Geociências da Petrobras

Publicação:MAI /2010

Volume:18

Número:1

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Expediente, Apresentação e Sumário

O Boletim de Geociências da Petrobras volume 18, número 1 (nov. 2009/maio 2010) apresenta os seguintes trabalhos: • Gerson Terra (Petrobras) e colaboradores, em Classificação de rochas carbonáticas aplicável às bacias sedimentares brasileiras, consolidam um amplo esforço empreendido por um contingente de técnicos da área de Exploração, do Centro de Pesquisas e da Universidade Petrobras visando dotar a Companhia - e por extensão, as Geociências do Brasil - de uma nomenclatura eminentemente descritiva para os litotipos carbonáticos encontrados nas áreas sedimentares do país. A motivação deste esforço em prol de uma homogeneização de terminologia foi a descoberta de importantes volumes de petróleo nas sequências sedimentares carbonáticas da seção pré-sal das bacias marítimas da região sudeste - Santos, Campos e Espírito Santo - e o consequente crescimento das operações geológicas e das atividades de laboratório e de interpretação exploratória envolvendo esse tipo de rocha.


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Classificação de rochas carbonáticas aplicável às bacias sedimentares brasileiras

E proposta uma nova classificacao de rochas carbonaticas que visa abranger todo o espectro de ocorrência das bacias brasileiras com enfase naquelas onde ocorrem exploracao e producao de petroleo, principalmente apos as descobertas dos campos gigantes de petróleo na denominada secao Pre-Sal. Essa classificacao faz uma sinergia entre as diversas classificacoes clássicas existentes, adaptando ou modificando alguns termos, alem de introduzir novas denominacoes. As rochas carbonaticas foram divididas em quatro grandes grupos de acordo com a textura deposicional: 1) elementos nao ligados durante a formacao (mudstone, wackestone, packstone, grainstone, floatstone, rudstone, bioacumulado, brecha); 2) elementos ligados durante a formacao ou in situ (boundstone, estromatolito, estromatólito arborescente, estromatolito arbustiforme, estromatolito dendriforme, trombolito, dendrolito, leiolito, esferulitito, travertino e tufa); 3) elementos ligados ou nao durante a formacao (laminito, laminito liso, laminito crenulado); 4) textura deposicional irreconhecível (calcario cristalino, dolomito).


Autores: Gerson José Salamoni Terra, Adali Ricardo Spadini, Almério Barros França, Cristiano Leite Sombra, Eveline Ellen Zambonato, Larissa Costa da Silva Juschaks, Luci Maria Arienti, Marcelle Marques Erthal, Marcelo Blauth, Miguel Pittella Franco, Nilo Siguehiko Matsuda, Nívea Goulart Carramal da Silva, Paulo Augusto Moretti Junior, Roberto Salvador Francisco D’Avila, Rogério Schiffer de Souza, Sandra Nelis Tonietto, Sylvia Maria Couto dos Anjos, Vânia Silva Campinho, Wilson Rubem Winter

Palavras-chave

classificação de rochas, rochas carbonáticas, bacias brasileiras

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Análise estratigráfica e evolução geodinâmica da “Sequência Transicional” na porção sul da Bacia de Sergipe-Alagoas

Este trabalho sintetiza a análise estratigráfica e as considerações a respeito da atividade tectônica e dos processos de subsidência que controlaram a deposição da “Sequência Transicional” (o termo será utilizado entre aspas face às indefinições associadas) na Sub-bacia de Sergipe (SBSE), sul da Bacia de Sergipe- Alagoas, durante o Neoaptiano (Alagoas superior), período de transição entre os estágios evolutivos rifte e drifte, nesta bacia. A análise estratigráfica de poços permitiu o reconhecimento de cinco sequências deposicionais de 3ª ordem, depositadas em condições progressivamente menos restritas, que evoluíram de sistemas siliciclásticos continentais para sistemas lagunares-evaporíticos e, por fim, para sistemas marinhos restritos, indicando um aumento do nível de base. Em um ciclo de 2ª ordem, a “Sequência Transicional” representa a deposição em um flanco de subida relativa do nível de base, representando a deposição inicial de um trato de sistemas transgressivo, cuja passagem para a Sequência Marinha Transgressiva, sobreposta, estaria marcada por um afogamento. Em um ciclo de 3ª ordem, esta passagem é balizada por uma discordância local, que passa lateralmente a uma concordância correlativa. Interpreta-se tal discordância como equivalente à discordância de breakup, de idade pré-albiana na SBSE, a qual contrasta com a maior expressão (em especial, pelo caráter angular) da Discordância Pré-Alagoas superior (DPAL), na base da “Sequência Transicional”, comumente referida na literatura como a discordância de breakup. Mesmo assim, a Discordância Pré-Albiano é aqui favorecida como o marco da mudança de contexto deposicional e do ambiente tectônico (rifte-drifte) na SBSE. A deposição da “Sequência Transicional” teria ocorrido ao final do estágio rifte, com a entrada de um mar epicontinental avançando sobre um segmento de crosta continental ainda em distensão, controlada pela combinação das subsidências térmica e mecânica, esta última, então, em franco declínio.


Autores: Liliane Rabêlo Cruz, Valéria Centurion Córdoba, Emanuel Ferraz Jardim de Sá

Palavras-chave

Sequência Transicional, evolução geodinâmica, análise estratigráfica, evaporitos, Bacia de Sergipe-Alagoas

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O Escorregamento Maricá – anatomia de um depósito de fluxo gravitacional de massa do Maastrichtiano, Bacia de Santos

Dados sísmicos tridimensionais adquiridos em águas profundas da porção norte da Bacia de Santos revelaram, de maneira espetacular, um depósito de fluxo gravitacional de massa, posicionado estratigraficamente no Maastrichtiano. A deposição do corpo do Escorregamento Maricá foi condicionada por calhas controladas por diápiros de sal de direção N-S. Uma extensa muralha de sal, de direção W-E, serviu como barreira ao fluxo proveniente das regiões plataformais a norte/nordeste. Todos os principais elementos constituintes dos domínios proximal (escarpas proximais), translacional (superfícies de topo e base, escarpas laterais, blocos coerentes) e distal (rampa e thrusts frontais) foram identificados e descritos utilizando-se seções sísmicas, mapas estruturais e atributos sísmicos (como o de edge detection). Provavelmente, o principal mecanismo de disparo do fluxo tenha sido sobrecarga sedimentar causada por altas taxas de sedimentação deltaica na plataforma, sendo que escapes de gás podem ter atuado como mecanismo auxiliar da instabilização na região. O próprio fluxo de massa, pelo seu caráter catastrófico, pode ter sido o responsável pelo disparo de fluxos gravitacionais de sedimentos posteriores, com deposição de arenitos turbidíticos sobrepostos ao escorregamento.


Autores: Marco Antonio Carlotto, Luiz Felipe Rodrigues

Palavras-chave

fluxo gravitacional de massa, escorregamento, Maastrichtiano, Bacia de Santos

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Evolução estratigráfica, arcabouço estrutural e potencial remanescente das unidades produtoras da Bacia de Talara (noroeste do Peru) na área do Lote X

Esse artigo apresenta a evolução estratigráfica da seção sedimentar Mesozoica-Cenozoica presente na área do Lote X, Bacia de Talara, noroeste do Peru. Também aborda, de forma sucinta, o arcabouço estrutural e o potencial remanescente para a produção de petróleo nessa concessão. Um breve histórico da Bacia de Talara é apresentado na introdução, resgatando a devida importância dessa bacia para a indústria do petróleo na América do Sul. A Bacia de Talara é uma bacia do tipo antearco, com complexo desenvolvimento estratigráfico e estrutural. O Lote X está situado em uma área proximal, onde eventos erosivos e de passagem de sedimentos foram constantes durante toda a evolução da bacia. Favorecido por uma imensa carga de sedimentos e uma subsidência significativa, um espesso pacote foi depositado na área, principalmente durante o Ypresiano e Lutetiano. Falhas normais compartimentaram os reservatórios presentes no lote, segundo a interpretação utilizada até hoje. Alguns autores levantam a hipótese de existência de movimentações transcorrentes, embora com poucas evidências de campo. O modelo estratigráfico apresentado nesse artigo está baseado em observações e interpretações de perfis elétricos e afloramentos, considerando os paradigmas da Estratigrafia de Sequências. Preferiuse utilizar uma abordagem mais “neutra” para a hierarquização das sequências, em vez de atrelar as ordens a escalas rígidas de tempo. As variações ambientais mais significativas constituíram os limites entre sequências de baixa frequência e as variações ambientais mais sutis, limites entre sequências de alta frequência. Mesmo após de mais 100 anos de história produtiva, o Lote X ainda apresenta um promissor potencial exploratório. Vários projetos de recuperação secundária e perfuração de poços a curto espaçamento estão sendo implementados desde 2003, mostrando resultados alentadores.


Autores: José Alfredo Borges Daudt, Eloy Gerardo Pozo, Kevin Michael Torres, Juan Leyva Ore2 (in memorian)

Palavras-chave

Bacia de Talara, Estratigrafia de Sequências, modelo estratigráfico, modelo deposicional

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O uso de cinzas vulcânicas para correlações estratigráficas na margem leste do Mar do Japão

Este estudo é baseado em análises realizadas em amostras de cinzas vulcânicas (tefras) coletadas por testemunhadores a pistão (piston-cores) ao longo da margem leste do Mar do Japão. A caracterização de cinzas vulcânicas é baseada na combinação de diversos parâmetros como composição química e petrografia, além do conhecimento acerca da distribuição geográfica e estratigráfica. Foram coletados 12 testemunhos da costa oeste da cidade de Kanazawa até o oeste da Ilha de Hokkaido, mais de 500km a norte. As amostras foram analisadas através de microscópio eletrônico de varredura, associado ao espectroscópio por energia dispersiva (SEM-EDS), tendo suas composições químicas, constituintes minerais e formas de ocorrência comparadas com os registros catalogados em atlas de cinzas vulcânicas do Japão. Depósitos de cinzas piroclásticas, conhecidos como marcos vulcânicos Aso-1, K-Tz, Aso-4, AT e U-Oki, foram reconhecidos neste estudo, promovendo a correlação estratigráfica dos sedimentos quaternários da margem leste do Mar do Japão. Datações por C14 em foraminíferos e identificação de associações de diatomáceas auxiliaram nestas correlações e, em associação com a identificação das cinzas vulcânicas, possibilitaram a criação de curvas de taxas de sedimentação. Através destas curvas, foi possível entender a distribuição dos sedimentos nos últimos 300 Ka da margem leste do Mar do Japão, sugerindo que as elevações e depressões do fundo do mar, reflexo da movimentação tectônica atual, controlam a distribuição vertical e lateral dos sedimentos. Quatro níveis de cinzas vulcânicas, não catalogados no atlas, foram identificados e denominados como Joetsu-1 (Jo-1), Joetsu-2 (Jo-2), Okushiri-1 (Ok-1) e Okushiri-2 (Ok-2), tendo suas características petrográficas e químicas reveladas neste estudo.


Autores: Antonio Fernando Menezes Freire, Toshihiko Sugai, Ryo Matsumoto

Palavras-chave

Bacia de Joetsu, cinzas vulcânicas, Mar do Japão, SEM-EDS, tefroestratigrafia, vulcanismo explosivo

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O Paleozoico da borda sul da Bacia do Amazonas, Rio Tapajós - Estado do Pará

O presente roteiro geológico: O Paleozoico da Borda Sul da Bacia do Amazonas, Rio Tapajós – Estado do Pará evoluiu das edições anteriores de Castro et al. (1988), Eiras e Matsuda (1995), entre outros. A bacia intracratônica do Amazonas ocupa uma área de aproximadamente 500.000km² e abrange parte dos estados do Amazonas e Pará. O arcabouço estratigráfico fanerozoico da bacia atinge quase 6.000m de espessura e pode ser dividido em duas sequências de primeira ordem: uma paleozoica, intrudida por diques e soleiras de diabásio, e outra mesozoico-cenozoica. Analisando-se o arcabouço estratigráfico, nota-se a grande influência que a tectônica teve no desenvolvimento desta bacia. As direções estruturais do embasamento, principalmente a NW-SE que correspondem aos limites das províncias geocronológicas da Amazônia, são perfeitamente identificadas ao longo do Rio Tapajós. A sequência paleozoica, aflorante na borda sul da Bacia do Amazonas, contém rochas geradoras, reservatórios e selantes e pode ser subdividida em três sequências de segunda ordem, limitadas por discordâncias regionais: Ordovício-Devoniana - que corresponde litoestratigraficamente à Fm. Pitinga; Devoniana-Tournaisiana - que corresponde às Fms. Maecuru, Ererê, Barreirinha e Curiri, e Pensilvaniano-Permiana - representada pelas formações Monte Alegre e Itaituba. No presente roteiro geológico, são apresentados afloramentos clássicos destas unidades litoestratigráficas, acompanhados de uma breve descrição sedimentológica e análise de seu posicionamento estratigráfico em relação aos conceitos da Estratigrafia de Sequências.


Autores: Nilo Siguehiko Matsuda, Wilson Rubem Winter, Joaquim Ribeiro Wanderley Filho, Alessandra Suzely Moda Cacela

Palavras-chave

roteiro geológico

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Os carbonatos químicos de Mono lake

O presente roteiro geológico: O Paleozoico da Borda Sul da Bacia do Amazonas, Rio Tapajós – Estado do Pará evoluiu das edições anteriores de Castro et al. (1988), Eiras e Matsuda (1995), entre outros. A bacia intracratônica do Amazonas ocupa uma área de aproximadamente 500.000km² e abrange parte dos estados do Amazonas e Pará. O arcabouço estratigráfico fanerozoico da bacia atinge quase 6.000m de espessura e pode ser dividido em duas sequências de primeira ordem: uma paleozoica, intrudida por diques e soleiras de diabásio, e outra mesozoico-cenozoica. Analisando-se o arcabouço estratigráfico, nota-se a grande influência que a tectônica teve no desenvolvimento desta bacia. As direções estruturais do embasamento, principalmente a NW-SE que correspondem aos limites das províncias geocronológicas da Amazônia, são perfeitamente identificadas ao longo do Rio Tapajós. A sequência paleozoica, aflorante na borda sul da Bacia do Amazonas, contém rochas geradoras, reservatórios e selantes e pode ser subdividida em três sequências de segunda ordem, limitadas por discordâncias regionais: Ordovício-Devoniana - que corresponde litoestratigraficamente à Fm. Pitinga; Devoniana-Tournaisiana - que corresponde às Fms. Maecuru, Ererê, Barreirinha e Curiri, e Pensilvaniano-Permiana - representada pelas formações Monte Alegre e Itaituba. No presente roteiro geológico, são apresentados afloramentos clássicos destas unidades litoestratigráficas, acompanhados de uma breve descrição sedimentológica e análise de seu posicionamento estratigráfico em relação aos conceitos da Estratigrafia de Sequências.


Autores:

Palavras-chave

rochas carbonáticas

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