• English
  • Espanhol
  • Português
Submit

EM PUBLICAÇÃO

EDIÇÕES

Boletim técnico da Produção de Petróleo

Publicação:JUN /2010

Volume:5

Número:1

Artigos mais procurados

Artigos
Expediente, Editorial e Sumário

É com muito prazer que apresento este novo volume do BPP – Boletim técnico da Produção de Petróleo. Neste número, selecionamos sete trabalhos da área de engenharia de construção de poços com foco central em aspectos de Interação Rocha-Fluido, com impacto em aspectos de produtividade de campos e operações de avaliação de formações.


Autores:

Palavras-chave

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Revisitando a ação de tratamentos ácidos em formações carbonáticas

O tratamento químico de formações envolve sistemas heterogêneos de rocha/fluido, que possuem um comportamento distinto do observado pela mistura de substâncias químicas em solução. O efeito dos produtos químicos injetados nas formações depende da estrutura da matriz rochosa, dos seus componentes minerais, da forma como esses componentes minerais estão distribuídos, das características dos fluidos injetados e das condições de injeção. Todo esse conjunto gera um universo de variáveis bastante complexo, governado não somente pela reação química, mas por fenômenos de transporte, como difusão e convecção. O artigo faz um breve histórico da acidificação de formações e descreve os mecanismos envolvidos na reação entre sistemas ácidos e rochas carbonáticas. Da mesma forma, tece considerações a respeito de variáveis operacionais e sua influência na ação de sistemas ácidos sobre a matriz rochosa e na eficiência do tratamento de formações carbonáticas.


Autores: Alexandre Zacarias Ignácio Pereira, Thiago Judson Lima de Oliveira

Palavras-chave

wormhole, acidificação, carbonato, tratamento matricial

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Análise da curva de pressão do fraturamento de formações de alta permeabilidade para estimativa dos parâmetros da fratura

O fraturamento hidráulico, assim como outras operações na indústria do petróleo, torna-se um processo complexo a partir do momento em que não pode ser observado diretamente. Nesse contexto, a análise das pressões durante a operação de fraturamento hidráulico é reconhecida como uma técnica poderosa por permitir a compreensão do processo de criação da fratura. Este artigo apresenta um aprimoramento realizado no método de Valkó e Oligney (1996), que estima a evolução da fratura utilizando uma interpretação direta da curva de pressão de fundo medida durante uma operação de faturamento em formação de alta permeabilidade. considerando uma fratura de geometria radial e utilizando equações simples de fluxo e de geomecânica, o modelo obtém raios de empacotamento a partir da inclinação positiva da curva de pressão de fundo nos períodos de tip screenout (TSO). Os únicos dados de entrada necessários para a aplicação do modelo são os registros geralmente disponíveis durante e após a operação, sendo eles: pressão de fundo, vazão e concentrações do agente de sustentação. Para o refinamento do modelo, foi realizada a inclusão e o ajuste das equações de estado para o crescimento da fratura e para o processo de filtração, respectivamente, sendo mantidos os mesmos dados de entrada do modelo original. Os estudos de caso indicaram que os ajustes realizados no modelo de Valkó e Oligney aproximaram os resultados do modelo bidimensional aos obtidos nos simuladores comerciais com modelos tridimensionais.


Autores: Cecilia Toledo de Azevedo, Marcos Antonio Rosolen

Palavras-chave

fraturamento hidráulico, fracpack, formações de alta permeabilidade, tip screenout (TSO), análise de pressões, geometria de fratura

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Prevenção de alargamento de poços durante a perfuração de reservatórios de óleo pesado

O desenvolvimento de campos de óleo pesado impõe alguns desafios durante a construção do poço: no intuito de garantir mínimas vazões de produção, longos trechos horizontais são frequentemente exigidos. Essa prática poderia caracterizar um longo tempo de exposição do reservatório que pode afetar a qualidade do poço aberto. Interações rocha-fluido e a composição do bottom hole assembly (BHA) afetam diretamente a perfuração de formações sensíveis, como nos reservatórios de óleo pesado não consolidados. Neste trabalho são apresentados os resultados do estudo sobre o alargamento de poços em reservatórios de óleo pesado. Inicialmente, foi feita uma análise dos perfis caliper de nove poços exploratórios em reservatórios de óleo pesado offshore Brasil. A análise correlaciona o alargamento de poço com parâmetros relevantes como: tipo de fluido, regime de fluxo e composição do BHA. As fontes de dados foram obtidas a partir de equipamento de monitoramento em tempo real, relatórios de mud-logging e relatórios diários de perfuração (BDP). O trabalho também se baseia em um estudo experimental, em que as condições de escoamento do fluido foram simuladas em uma unidade piloto na qual o reservatório foi representado por um corpo de prova sintético saturado com óleo de alta viscosidade. Para determinada vazão, o alargamento é monitorado no decorrer do experimento, em tempo real, por meio da técnica de tomografia computadorizada. Os resultados experimentais estão de acordo com o que foi observado em campo. A composição da coluna não foi contemplada neste estudo experimental. Os resultados indicam que fluido sintético e turbulência tendem a promover o alargamento de poços e devem ser evitados.


Autores: Marcus Vinicius Duarte Ferreira, Francileide Gomes da Costa, Átila Fernando Lima Aragão, André Leibsohn Martins

Palavras-chave

óleo pesado, tomografia computadorizada, alargamento

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Unidades experimentais para o estudo de filtração e invasão de fluidos de perfuração

Neste trabalho, foram realizados testes experimentais e teóricos da filtração e invasão de fluidos de perfuração, nas operações de perfuração de poços de petróleo. Com base em dados experimentais, foram validados modelos teóricos de filtração baseados na Lei de Darcy e de conservação de massa. Os modelos descrevem a formação e o crescimento da torta de filtração e a taxa de filtração para suspensões Newtonianas. Foram calculados os parâmetros mais importantes no processo de filtração em condições estáticas e dinâmicas.


Autores: Luís Américo Calçada, Cláudia Míriam Scheid, Lorrane Faria Martins, Cristiano Agenor Oliveira Araújo, Alex Tadeu de Almeida Waldmann

Palavras-chave

filtração, invasão de fluido, torta de filtração, emulsão

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Prevenção de formação de hidratos durante teste de formação de poço de gás em lâmina d’água profunda

Este trabalho mostra um cenário de teste de formação em lâmina d’água profunda, para um poço de gás, para o qual são feitas simulações com objetivo de identificar possíveis pares de pontos (Pressão versus Temperatura) favoráveis à formação de hidratos. Além disso, foram feitas comparações dos valores obtidos na simulação com os valores registrados durante o teste de formação para o Poço Alfa do Campo Beta. De posse dessas informações, fez-se uma avaliação das reais necessidades de injeção de inibidores com o intuito de prevenir a formação de hidratos em cada fase do teste. De forma mais abrangente, este trabalho tem como objetivo recomendar os volumes de inibidores de formação de hidratos a serem injetados em cada fase de um teste de formação de poço de gás em lâmina d’água profunda, de forma a assegurar que as operações sejam feitas sem que haja risco de formação de hidratos.


Autores: Renato Cunha Rodrigues, Alexandre Mussumeci Valim de Freitas, Nelson Satiro Nishimura

Palavras-chave

hidratos, inibidor termodinâmico, fluxo, estática, temperatura, pressão, escoamento, prevenção de hidratos

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Condutividade hidráulica de fratura ácida: estado da arte

Este artigo apresenta um resumo dos modelos de condutividade hidráulica de fratura ácida desenvolvidos em quase quatro décadas de estudos sobre o tema na área de engenharia de petróleo. Esses estudos se apoiam, com frequência, em teorias e experimentos desenvolvidos no estudo de fluxo em fraturas em outras áreas como física, geologia, hidrologia, mecânica dos fluidos, mecânica das rochas e tribologia. Verificou-se que o estudo experimental pioneiro de Nierode e Kruk (1973) continua sendo usado nos softwares comerciais e influenciando os estudos atuais. Houve significativa evolução na descrição quantitativa da topografia das superfícies das fraturas e na avaliação de seus impactos na condutividade hidráulica. O mesmo

ocorreu para os efeitos do ácido na resistência da rocha. Aperfeiçoamentos realizados em correlações semelhantes à de Nierode e Kruk (1973) podem ser aplicados de imediato na prática de projeto e avaliação de fraturamento ácido, nos casos de padrão de dissolução rugosa. Um método promissor para a consideração da condutividade global, no caso de padrão de dissolução com canais e rugosidade, foi proposto recentemente. A complexidade dos fundamentos teóricos, notadamente nos critérios de validade das simplificações adotadas, a dificuldade de realização de ensaios em laboratório e campo representativos, as lacunas existentes na caracterização da topografia das superfícies das fraturas e seus efeitos na condutividade da fratura, a variedade de rochas e de sistemas ácidos, mantêm aberto campo para pesquisas nesse tema.


Autores: Valdo Ferreira Rodrigues, Wellington Campos

Palavras-chave

estimulação de reservatório, fraturamento ácido, fratura ácida, condutividade hidráulica, caracterização de superfície

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Testes experimentais e simulações em Fluidodinâmica Computacional (CFD) auxiliam na determinação de novos limites operacionais para o Gravel Packing

Gravel Pack em poços horizontais foi a técnica de contenção de areia adotada pela Petrobras no desenvolvimento da Bacia de Campos. Uma das grandes dificuldades da indústria de petróleo baseia-se no fato de que todas as operações ocorrem a grandes profundidades abaixo do solo, sem a possibilidade de observação direta. Todos os controles aplicados nas operações são baseados em medições diretas e/ou indiretas, mas sem, contudo, o apoio visual. Este foi o motivador da construção de um aparato experimental que representasse tanto o poço aberto quanto o rat-hole, de forma a estudar como se dá a deposição do Gravel ao redor das telas. Esses testes simularam, pela primeira vez, o deslocamento do Gravel Pack em um simulador com diâmetro de poço real e com telas de diâmetro usual (tubo-base 5 1/2”). Associado a simulações de fluido dinâmica computacional foram obtidos resultados que permitiram a flexibilização de limites operacionais numa operação de Gravel Pack a poço aberto horizontal.


Autores: João Vicente Martins de Magalhães, Agostinho Calderon, Rafael Amorim Ferreira Leal, Daniel Bonavides Miranda, Bruno Campos Simões, Diego Paiva Barbosa, Jairo Zago de Souza, Mauro Jose de Souza Custodio Nunes

Palavras-chave

controle de areia, Gravel Pack, simulação física, simulação computacional

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin
Alegrias e dramas de um trainee

O telegrama que recebi da Petrobras convocando-me para o início do então Programa Trainee era, em si mesmo, a prova de que estava entrando em um mundo de outra dimensão. Lembro-me até hoje da dificuldade que foi enviar um telegrama para minha namorada na época da faculdade (minha esposa hoje). O dinheiro que eu tinha deu apenas para escrever: “oi, saudades, beijo, Jr.” Quando eu vi o tamanho daquele telegrama da Petrobras (guardo ele até hoje), pensei: “Rapaz, agora minha vida vai mudar!”E mudou mesmo!


Autores: Rubens Ribeiro de Paula Júnior

Palavras-chave

Compartilhe

  • Share to Google Plus
  • Share to Twitter
  • Share to Linkedin